MUSICOTERAPIA CONHEÇA MAIS
DEFINIÇÃO
Musicoterapia é o estudo dos efeitos do som, da música e seus elementos estruturantes no ser humano. É um processo sistemático de intervenção que tem como objetivo facilitar as dinâmicas de relação e autoconhecimento do indivíduo, bem como melhorar sua condição de saúde nos aspectos físico, emocional, orgânico e psíquico, através de experiências sonoro-musicais conduzidas por um profissional musicoterapeuta qualificado. Pode ser empregada de forma individual ou grupal (Amorosino, 2002).
A Musicoterapia opera por intervenção criativa, porque tem a arte como potência clínica; a relação ética transdisciplinar (coloca num mesmo plano áreas distintas inter-relacionadas); e opera numa dimensão científica, uma vez que experimenta, testa, organiza e comprova metodologias de atuações clínicas (Coelho, 2006).
Musicoterapia é a utilização da música e/ou elementos musicais (som, ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta e pelo cliente ou grupo, em um processo estruturado para facilitar e promover a comunicação, o relacionamento, a aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva) para desenvolver potenciais e desenvolver ou recuperar funções do indivíduo de forma que ele possa alcançar melhor integração intra e interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida. (Federação Mundial de Musicoterapia) Colocar esta definição antes das demais, uma vez que é a definição Internacional
a QUEM SE APLICA E QUAIS RESTRIÇÕES
Indicada para bebês, crianças, jovens, adultos e idosos.
Restrições – Pessoas que não gostem de música ou que apresentem alguma adversidade para os estímulos sonoro-musicais; nesse caso, deverão passar por uma avaliação detalhada para indicação ou não da Musicoterapia.
O QUE PODE ABRANGER Aqui não seria “Aplicações”? SIMMMMM!!!
Autoconhecimento, estresse, gestação, estimulação precoce, reabilitação (distúrbios psicomotores, cognitivos, entre outros), deficiências (física, mental, visual, auditiva e múltiplas), neurológica (AVC, Alzheimer, demência, epilepsia, afasia, distúrbios do desenvolvimento, paralisia cerebral, entre outros), distúrbios de aprendizagem (dislexia, hiperatividade, entre outros), e do comportamento (agressividade, falta de limites, desinteresse ao que lhe rodeia, isolamento), problemas emocionais (traumas, agitação), psiquiatria (neuroses, psicoses, esquizofrenia, autismo, entre outros), hospitalar (coma, UTI, ambulatorial, câncer, AIDS, entre outros), social (comunidades carentes, menores infratores, droga dependentes, entre outros) e pesquisa laboratorial, entre outras.